Que mandais, pois, bom Senhor,
Que faça tão vil criado?
Qual o ofício que haveis dado
A este escravo pecador?
SANTA TERESA DE JESUS (ÁVILA)
(Poesias: excerto de “Nas Mãos de Deus“)
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O blog “Castelo Interior” não tem fim comercial. É uma iniciativa estritamente pessoal.
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Lúcia Aparecida Nunes. Jornalista – MTb/RS 7142.
Assinatura no blog “Castelo Interior“: “Lúcia Barden Nunes”.
E-mail:lucia.abn@gmail.com
Nascimento: 1960. Estado: Rio Grande do Sul- Brasil.
Formação: Unisinos – Universidade do Vale do Rio dos Sinos, São Leopoldo-RS (1990).
Cônjuge: Arturo Fatturi (Certidão Civil-1985).
Profissão: Professor universitário; doutorando em Filosofia da Mente (L.Wittgenstein – Philosophical Investigations).
Filiação: E. Nunes e M. F. Barden Nunes.
O Sagrado e o Profano estão em combate contínuo, e sei que assim sempre o será. Como seres racionais entendemos (segundo a inteligência humana) o que a nossa visão apreende, mas viver em meio ao Insondável (Deus, o Criador e toda a Sua Criação) é, enquanto criaturas humanas, a nossa primordial realidade e o nosso verdadeiro sentido.
Aprendi também que a mais encantadora terra é aquela que abriga as fronteiras do nosso coração, ou seja, o nosso interior. Nosso coração conhece o Universo. Nele mora o Eterno, que nos envolve. Tal como Santa Teresa de Ávila, afirmemos: em Deus, temor algum nos dominará! Amém.
Foto: Basílica de Santa Maria Novella (Florença, Itália-Firenze). 2003.
Autor: Brendan Williams. (Fonte: www.wikicommons.org)
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Lúcia, bom dia.
Gostei muito do seu blog. Parabéns.
Abraços, Cidinha
Cidinha – boa noite. Agora são quase dez horas, de domingo. Postei três notícias sobre a nova gripe; só agora à noite fiz o login do blog. Achei muito gentil a sua manifestação sobre o blog “Castelo Interior”. Grata. Desejo a você muito amor e muita paz. Ambos vêm de Deus, portanto, para mim, não há maior bênção. O resto é complicado, mas se dá um jeito…
Me anima muito que tenhas gostado do conjunto, mais ainda porque dá um “trabalhinho”… Mas, me sinto bem por dentro, sabe como é? E “sentir” é viver; do contrário, nos tornamos meio que “zumbis”. Meio mortos-vivos, como aqueles infelizes personagens de “Eu sou a Lenda”, com Will Smith. Vale a pena ver, mas te prepara porque lembra a pandemia, tá? Coisas do séc. XXI.
Raciocina comigo Cidinha: o bom é que ainda “temos” sentimentos, mesmo em meio a este deserto materialista que nos rodeia… Está difícl, pelo menos para mim. Mas como me nego a endurecer o coração, vou “inventando” saídas afetivo-espirituais que neutralizem esta vertigem de egocentrismo. Veja que em certo ponto, tive que inserir a pandemia, e nem poderia ser diferente… Pesa bastante. Reze por mim, sim?
Só sei Cidinha que com a mente e o coração em Deus, Cristo Jesus e a Nossa Mãe Santíssima – cansamos, e muito, mas não nos desesperamos. Um grande abraço, Cida. Volte logo.